quinta-feira, 25 de março de 2010

Passeio Pedestre 2010

Ontem de manhã éramos para ter participado no Passeio Pedestre, na Serra de Grândola. Quando lá chegámos, recebemos os cartões com as perguntas e esperámos que chegassem os meninos da EB1 de Grândola.

Quando nos preparávamos para começar a nossa caminhada começou a chover muito. A sorte de não ficarmos todos encharcados foi que alguns meninos tinham sombrinhas e abrigamo-nos debaixo delas. Como os guarda-chuvas não chegavam para todos se abrigarem os professores e alguns meninos tiveram que se abrigar debaixo de sacos do lixo.

Entretanto, os professores e os técnicos do Desporto decidiram cancelar o passeio e chamaram o autocarro para nos levar à escola.Ficou a promessa de que faríamos o Passeio Pedestre no mês de Maio. Ficamos assim a aguardar por nova oportunidade…



terça-feira, 23 de março de 2010

Dia Mundial da Árvore

21 de Março de 2010 foi o dia Mundial da árvore mas como foi a um Domingo não pudemos plantar a árvore que tínhamos na escola.

No dia seguinte, 22 de Março, veio à nossa escola o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Grândola, a esposa do Sr. Presidente da Câmara, o Sr. Vereador do Ambiente e os trabalhadores da jardinagem da Câmara Municipal ajudar-nos a plantar um pinheiro na nossa escola e duas árvores no estacionamento que fica em frente da nossa escola. Veio também a fotógrafa da Câmara Municipal tirar-nos umas fotografias.

O Sr. Aníbal, jardineiro da Câmara, ensinou-nos como se plantava uma árvore e lembrou-nos como elas são importantes para a nossa vida, porque são elas que nos dão o oxigénio.

Para plantar o nosso pinheiro, primeiro nós abrimos um buraco na terra com uma enxada. Depois metemos a árvore dentro desse buraco, colocámos terra e calcámo-la com as mãos. Depois de plantarmos a nossa árvore fomos ver plantar mais duas árvores. Uma foi o Presidente da Câmara que plantou e a outra foi o Professor Jorge. Depois de todas as árvores estarem plantadas fomos regar as plantas.

À tarde o avô do Raúl (Sr. Joaquim) foi pôr uma rede à volta do pinheiro porque ele ainda é pequeno e se não tivesse lá nada a protegê-lo alguém podia pisá-lo sem querer.

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terça-feira, 16 de março de 2010

Desafio Segurança na Internet 2010

É com muito orgulho que comunicamos aos nossos "seguidores" que participámos no "Desafio Segurança na Internet 2010", promovido pela Microsoft Corporation Portugal.

Não gánhamos a viagem a Paris... mas aprendemos a "navegar" seguros na internet!

O nosso diploma de participação:


segunda-feira, 15 de março de 2010

História Colectiva II - "As aventuras do macaco astronauta"

Aqui vos deixamos a nossa 2ª história...

Era uma vez um macaco do circo que numa noite de espectáculo recebeu lá uns amigos, que iam pegar num canhão e meter o seu amigo lá para dentro, para depois mandá-lo para a lua.
Ele na lua encontrou um extraterrestre pequenino que estava à procura da sua mãe. O macaco ajudou-o a encontrá-la. Depois do extraterrestre ter encontrado a sua mãe, o macaco foi tentar fazer amigos.
O macaco encontrou uma casa e tentou abrir a porta para ver o que lá estava dentro.
Dentro da casa estavam muitos extraterrestres, todos iguais e outras coisas muito esquisitas que ele nunca tinha visto e nem quis saber o que eram. Começou então a amizade com os extraterrestres.
Como ele não conseguia distinguir os extraterrestres uns dos outros, combinaram que cada um deles escreveria o seu nome num papel e colavam-no ao peito.
Como o macaco não conhecia nada na lua os seus amigos foram mostrar-lhe a parte mais bonita que ali existia. E foi então que ele viu um lugar com muitos buracos com números e perguntou-lhes:
- O que é isto e para que serve?
Eles disseram que aquilo era a cidade de Matemática e que servia para fazer contas. Como o macaco andava à escola e tinha dúvidas em Matemática ele resolveu fazer contas.
Ele não as sabia fazer e os extra-terrestres ajudaram-no. Depois foram passear mais um bocado e chegaram ao local onde o macaco tinha chegado. Ele tinha sono porque na terra dele já era de noite. Os extra-terrestres levaram-no a casa deles mas não tinham cama para ele dormir.
O extra-terrestre pequenino ofereceu-lhe a sua cama para ele dormir naquela noite. No dia seguinte ele foi novamente à cidade da matemática fazer contas de dividir e os extra-terrestres ajudaram-no.
Depois os extra-terrestres levaram-no a outro planeta.
- Que planeta é este? – Pensou o macaco!
Esse planeta era o planeta da fantasia, onde o macaco astronauta e os seus amigos extraterrestres se divertiram imenso. Quando chegou a hora do almoço os extraterrestres levaram-no a um restaurante chamado: “ Alface Vegetariana.’’
O macaco perguntou logo se havia bananas e os seus amigos disseram que sim. Depois, quando acabaram de almoçar, foram jogar a um jogo chamado apanhada mas o macaco não sabia como se jogava e um dos extraterrestres explicou:
- Joga-se assim: um fica a apanhar e os outros fogem mas quando o que está a apanhar tocar num dos que estava a fugir, trocam e fica esse a apanhar.
No outro dia o macaco astronauta e os extraterrestres foram passear e um dos extraterrestres perdeu-se. Ele era o melhor amigo do macaco.
Nesse planeta existiam castelos assombrados e almas penadas. O extraterrestre entrou num castelo assombrado e quando ele abriu a porta um vento gelado e falador disse:
-Quem és?
E ao mesmo tempo a porta fechou-se. Depois, o macaco perguntou aos extraterrestres:
- Será que há fantasmas neste castelo?
E um dos extraterrestres respondeu:
- Não faço ideia...
O macaco disse ainda:
-Quando eu entrei aqui deu-me um arrepio! E a vocês não deu?
- Não. – responderam os extraterrestres em coro.
- Vamos bater à porta para ver o que esta lá dentro? – perguntou de novo o macaco.
Quando bateram à porta apareceram uns extraterrestres meios esquisitos.
Os extraterrestres eram mesmo esquisitos… tinham 50 olhos, 7 narizes, 8 bocas, 5 braços e 5 mãos. Também tinham 60 pernas e 40 pés.
Eles não eram bons, eles eram maus! Logo que viram o macaco e os outros extraterrestres amarraram-nos e deram-lhes um produto que os fez adormecer.
Eles quando acordaram estavam nas masmorras do castelo e estavam amarrados com umas cordas muito fortes. Eles não conseguiam tirar as cordas dos seus corpos nem sabiam como sair dali, porque estava um guarda a verificar se eles não fugiam…
Mas ouve uma noite que um colega do macaco foi procurá-lo. Viu o guarda e perguntou-lhe o que ele estava a fazer.
-Estou a ver se o macaco e os extraterrestres não fogem. – disse o guarda.
O colega do macaco perguntou se podia vê-lo. O guarda respondeu:
-Sim, só podes entrar tu!
O macaco disse aos extraterrestres que estava a ouvir a voz do seu amigo do circo. Os extraterrestres disseram:
- Tu achas mesmo?
Foi aí que o amigo do macaco abriu a porta… e de seguida perguntou-lhe:
-O que estás aí a fazer?
E o macaco disse:
-Não sei! O que nós só sabemos é que fomos amarrados e nos deram um produto que nos fez adormecer. A partir daí já não nos lembramos de nada. Esse produto parecia água e nós tivemos muito tempo a dormir. Por isso não nos lembramos de nada…
Conversa puxa conversa e o amigo do macaco tirou-o dali e disse-lhe:
- Vê lá se não te metes mais em confusões porque eu não quero cá voltar outra vez. Tenho que me ir embora.
Foi aí então que o macaco astronauta pensou… pensou e disse ao amigo:
- Estou cansado de ver tantos extraterrestres! Vou visitar outros planetas… Talvez encontre uma macaca bonita.
Passaram 3 dias o macaco astronauta chegou a um planeta onde viviam outros extraterrestres e uma macaca muito bonita. O macaco astronauta apaixonou-se logo por ela. Fez amizade com todos e conversaram, muito sobre as suas vidas…
No outro dia os extraterrestres, o macaco e a macaca foram passear e encontraram um extraterrestre que era amigo dos outros. Esse extraterrestre chamava-se Pig e era um dos mais velhos extraterrestres do planeta.
O macaco estava já com algumas saudades da vida do circo e propôs à sua amada se não queria ir viver no circo com ele. A macaca aceitou prontamente e voltaram à terra para casar. No dia do casamento todos os extraterrestres compareceram, incluindo o Pig.
Assim, ficou uma grande amizade entre todos eles e ainda hoje se visitam uns aos outros e falam das suas grandes aventuras...