segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Poesia de S. Martinho

No dia de S. Martinho
É grande a festa do povo,
Da boa sardinha assada
Castanhas e vinho novo.

Ó meu rico S. Martinho,
Ó meu santo padroeiro.
És o santo advogado,
Do vinho do mundo inteiro.

S. Martinho, S.Martinho,
És um santo milagroso
.Dá-me água em vez de vinho,
Pró meu pai ser amoroso.

Uma bola com piquinhos
Tem lá dentro uma castanha.
Passa a mim que eu passo a outro,
Vamos lá ver quem ganha.

Vai ao meio quem ficou,
Com a castanha na mão.
S.Martinho venha cá,
Marcar-nos a pulsação.

Vamos assar as castanhas,
E o magusto fazer.
Depois da roda acabar,
Tudo pronto para comer.

Provérbios Populares do São Martinho


Dia de São Martinho, fura o teu pipinho.

Dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho.

Dia de São Martinho, vai a adega e prova o vinho.

Pelo São Martinho abatoca o teu vinho.

Pelo São Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho.

Se o inverno não era caminho, tê-lo-ei pelo São Martinho.

Se queres pasmar o teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo São Martinho.

A Lenda de S. Martinho


Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França.
Montado no seu cavalo estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e chuva.
Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam.
De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola.
Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre.
Nesse momento, de repente, as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão!
Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.
É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

A Bandeira Nacional

A Bandeira Nacional é um dos símbolos da República.

A Bandeira actual existe desde o dia da Implantação da República em 5 de Outubro de 1910.

A Bandeira Nacional é verde e vermelha e tem ao centro o escudo de Portugal, colocado sobre a esfera armilar
.
Do lado direito, a Bandeira tem a cor verde, que significa a esperança. Do lado esquerdo, tem a cor vermelha, que significa a coragem e o sangue derramado pelos Portugueses, em defesa da Pátria.

A esfera armilar, colocada ao centro da Bandeira é amarela e simboliza o mundo e as viagens feitas pelos Portugueses, na época da Expansão Marítima.

O escudo de Portugal, colocado sobre a esfera armilar é branco ao centro, onde tem as cinco quinas, de cor azul claro e que representam os 5 reis mouros, que segundo a lenda, D. Afonso Henriques derrotou na batalha de Ourique.

Em cada quina aparecem cinco pontinhos brancos que lembram as cinco chagas de Jesus Cristo.

O escudo, na parte exterior é vermelho e tem sete castelos que representam os sete castelos que o rei D. Afonso I I I tomou aos Mouros, quando se deu a conquista definitiva do Algarve: Alvor, Silves, Tavira, Porches, Cacela, Albufeira e Faro.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

O Concelho de Grândola


Há 463 anos, Grândola era uma pequena aldeia com 45 habitantes e algumas casas isoladas, afastadas da aldeia. Nas matas, à volta de Grândola havia muita caça grossa e miúda.

O Príncipe D. Jorge de Lencastre, filho do rei D. João II, que gostava muito de caçar nesta zona, mandou aqui construir um palácio onde passou a viver, a maior parte da sua vida. Ele costumava caçar a cavalo, com os seus monteiros.
Um dia, estava ele à janela do seu palácio , quando viu passar um javali, quase por baixo da varanda. Ele chamou logo os seus monteiros, mandou-os preparar os cavalos, partiram todos atrás do javali, mas não conseguiram caçá-lo.
D. Jorge pensou que tinha sido por causa do seu melhor monteiro não ter participado na montaria, porque tinha ido a Alcácer do Sal tratar de assuntos de justiça. Então o Príncipe D. Jorge de Lencastre pediu ao rei que desse a Grândola a Carta de Foral para esta se tornar uma vila e passar a ter direitos de justiça.
O rei D. João III, assinou a Carta de Foral no dia 22 de Outubro de 1544. É por isso que o dia 22 de Outubro é o dia do Feriado Municipal de Grândola.
Depois, D. Jorge de Lencastre mandou construir mais casas, vieram pessoas ricas de outras terras e Grândola começou a crescer e a desenvolver-se.

A Lenda de Grândola


quinta-feira, 25 de outubro de 2007


Neste post, vamos apresentar uma parte de um trabalho colectivo. Cada aluno escreveu no quadro uma frase alusiva ao Outono. Depois, copiámos as frases para o caderno e fizemos um desenho sobre o Outono. Mais tarde, cada um transcreveu a sua frase no computador com a ajuda da professora Liliana.

As folhas das árvores ficam amarelas, castanhas e caem… João

Os dias são mais pequenos, frescos e começa a chover… Diogo

Apanham-se as uvas, as castanhas, as avelãs, as nozes… Miguel

No Outono as folhas caem e as flores murcham. Ana Filipa

No Outono caem muitas folhas. Sara

No Outono comem-se castanhas. Alexandre

No Outono começam a cair as folhas e começa a fazer frio. Hugo

No Outono as andorinhas vão para países mais quentes. Ana Rita

No Outono apanham-se uvas e castanhas. Inês

No Outono caem as folhas. Susana

No Outono as folhas caem das árvores e começa a escola. Raul

No Outono os dias são mais pequenos. Nuno